Perguntas e Respostas, e alguns desabafos...
Ao ver a reportagem de cerimónia religiosa da Gis chocou-me que não tivessem o cuidado de não divulgar o seu corpo depois de morta. Ao contrário da divulgação da sua fotografia enquanto pessoa viva, a fotografia do cadáver parece-me que só alimenta a curiosidade mórbida das pessoas. Curiosidade essa que acabou por ser retratada (inadvertidamente?!) muito realisticamente nas fotos. Ou como entre o que se diz, e o que se faz, vai uma grande distância....Paula
Em primeiro lugar parece-me claro nas fotos que o objectivo não é retratar propriamente a pessoa falecida mas sim as circunstâncias em que decorreu a cerimónia. E a pessoa em causa estava lá.Agora tenho pena que não tenha reparado algo que realmente me chocou naquela cerimónia: não foi uma cerimónia para a Gis, mas sim uma cerimónia para o Gisberto... mesmo a roupa e tratamento do corpo foi para um homem. E estas fotos também pretendem denunciar essa injustiça gritante.João PauloEditor
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