Perguntas e Respostas, e alguns desabafos...
Boa Noite! Respeito a homosexualidade. No entanto, sou completamente contra a adopção por um casal gay. Eu imagino como me sentiria se tivesse sido adoptado por um casal gay......... O senhor fala a certa altura: é preferivel ser filho de um casal de pais desiquilibrados com prejuiso enerente dos filhos ou de um casal gay. Se o casal gay fossem um casal prefeito(conceder uma boa educação) ok, no entanto, tanto um casal gay como hetero pode ser desiquilibrado. Assim sendo, por ai estamos empatados. Desempatamos ao falar que em condições iguais, é saudavel uma criança se filha de um casal hetero em detrimento de um casal gay. Obrigado pela atenção.
Continua-se a fazer as maiores confusões ou pelo menos não se quer ver o obvio!?Coitadas das crianças que vão ser adoptadas por casais homossexuais, como se vão sentir? Vão sentir-se da mesma forma que sentiram as crianças que tinham um olho de cada cor, o nariz grande, gaga, filhos de divorciados (há uns anitos atrás), ou filhos negros de um casal branco ou mix-race.Pela ordem de ideias sempre que um dos progenitores morresse, o sobrevivente devia ter o máximo de um mês para encontrar o seu par, não vá a criança ser penalizada pela sociedade, ou ter deformações psíquicas por ser educada apenas pelo pai ou pela mãe.Embora na minha óptica se esteja com o carro à frente dos bois, ou seja deve-se primeiro lutar pelo casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e, só depois a adopção. Aquilo que se esta a argumentar contra a adopção por casais do mesmo sexo é pura e simplesmente o mesmo que se fez quando houve os primeiros divórcios, ou os primeiros casamentos entre pessoas de raças diferentes, por outras palavras uma verdadeira hipocrisia.Aquilo que se pede há anos é: "Nem menos nem mais, direitos iguais!"Ou seja na questão da adopção deve um casal homossexual passar pelos mesmo tramites legais que passa um casal heterossexual.Mais uma questão. Parece dramático ser-se adoptado por um casal de pessoas do mesmo sexo, mas já não dramático ser-se adoptado por um idoso/a, alguém que esta no seu fim de vida em muitos casos até se encontra sozinho/a, e adopta um elemento de companhia, no caso uma criança, já não parece nada dramático nem nada do outro mundo. Onde vai estar o pai ou a mãe dessa criança quando ela tiver 16 anos, uma fase problemática na vida de cada um, uma vez que foi adoptada com cinco anos, e o pai ou a mãe adoptiva tinha 50,... é com 61 anos que vão encarar os matulões que rondam as escolas? Já é problemático faze-lo com trinta anos imagine-se com 61.João PauloEditor
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