

fui banido pelo webmaster. Censura cibernautica!!!!
ou foi a opinião livre e espontanea que não entra nas vossas cabecinhas e logo tem que ser banida.
mas aqui fica a opinião. Sou católico mas concordo plenamente convosco e vou mais além, sem hipocrisias e falsidades. Creio que se devia declarar todos os feriados, da religião católica, como dias normais. Não entendo como é que um Estado pode fazer cumprir feriados como o Entrudo, a Páscoa, O Santo António ou o São João, A ascensão de Nossa Senhora, O dia de Ramos, o Corpo de Cristo e o Natal. Todas essas datas são Cristãs e por isso dias exclusivos de povo de cristo, logo nunca poderiam ser feriados num Estado que se auto-denomina de Laico. Mas parece que dá jeito ser cristão, quando é para não trabalhar!
Quanto à "censura", há limites para tudo e não permitimos que usem o PortugalGay.PT para divulgar ideias preconceituosas ou situações de claro abuso e desrespeito por terceiros. Infelizmente não há nenhum sistema de blocking/banning 100% eficaz que permita por um lado evitar situações de abuso quer por outro lado nunca bloqueiem comentários perfeitamente válidos...
Quanto ao comentário propriamente dito, relembro-lhe que o Entrudo e Páscoa não são feriados oficiais em Portugal.
Quanto ao Santo António e São João são feriados municipais fora do controlo directo do estado. Cada município pode definir o seu feriado como quiser e, pelo menos no caso do Porto, o feriado de São João apesar do seu nome muito pouco tem de religioso.
O caso do Natal é mais complicado por diversas razões históricas, mas o resumo é que pouco tem de católico, principalmente nos dias de hoje.
Ficamos assim com A Ascensão de Nossa Senhora, O Dia de Ramos, o Corpo de Cristo... E o que se celebra nesses dias? Ou será que faz sentido haver 3 feriados específicos para a (suposta) maioria católica de um país? Quais as tradições desses dias? Que fazem a maioria dos Portugueses nesses dias? Não tenho respostas...
João Paulo
Editor
Etiquetas: Activismo
# publicado por portugalgay |
| POL nº 5716 Sexta, 18 de Novembro de 2005
Desencontros
Miguel Sousa Tavares
1. Duas miúdas de 14 ou 15 anos foram chamadas e repreendidas pelo conselho directivo da respectiva escola pelo facto de andarem a exibir a sua mútua atracção, através de beijos e apalpões, perante a plateia da escola. O caso chegou às televisões e aos jornais e, como era fatal que acontecesse, provocou a habitual erecção escandalizada dos mentores do politicamente correcto. Parece que, argumentam eles, a "repressão" exercida sobre aquelas miúdas viola o sagrado direito constitucional à "liberdade de orientação sexual". Não lhes ocorreu que, antes de tudo, o que está em causa não é uma questão de orientação sexual, mas sim um comportamento infelizmente muito típico das comunidades gays e lésbicas, que é o exibicionismo sexual. O problema não é as miúdas amarem-se ou desejarem-se intensamente: é que os restantes colegas da escola não têm nada a ver com isso, nem têm de ser expostos às demonstrações públicas de tais "afectos" (como costumam dizer os politicamente correctos). E é também, obviamente, uma questão de bom gosto, que vale para heteros ou homos. Esta teoria do primado absoluto do "direito à orientação sexual" está-se a tornar uma espécie de ditadura bem-pensante, que funciona por um método "terrorista" de silenciamento dos discordantes: quem não reconhece este sagrado direito constitucional, com todas as suas consequências, só pode ser uma abecerragem, ao estilo do dr. João César das Neves. É assim que o Tribunal Constitucional está à beira de declarar inconstitucional, com força obrigatória geral, a disposiçâo do Código Penal que, a seu ver, "discrimina ilegitimamente" a pedofilia homossexual. Ou seja, os juízes entendem, por exemplo, que é exactamente igual um miúdo ser abusado ou violado por uma mulher ou por um homem. Sem curar de saber qual das situações poderá causar maior abalo e mais danos permanentes ou futuros à vítima, eles consideram que o essencial é preservar o direito à orientação sexual do abusador. Espanta-me que não ocorra a estes guardiões da Constituição nenhuma consideração relativa ao direito à orientação sexual da vítima: e se o miúdo abusado não tem, nem nunca vier a manifestar ao longo da vida, qualquer propensão homossexual? Mesmo assim deve curvar-se ao intocável direito de orientação sexual do abusador? Desculpem-me que o diga com toda a franqueza, mas a aplicação cega deste princípio parece-me tão repelente que a única conclusão lógica que eu consigo extrair é que as vítimas do caso Casa Pia, por exemplo, vão acabar por ter sido duplamente abusadas: pelos criminosos e pela Constituição.
E lamento desiludir o Daniel Oliveira e demais vestais deste templo: nem sequer sou católico (aliás, constato que a Igreja Católica tem estado na linha da frente da protecção aos pedófilos homossexuais, especialmente se do seu clero); nunca descobri em mim, vários exames de consciência feitos, qualquer orientação sexual homofóbica, e fui seguramente dos primeiros a defender publicamente a total igualdade de direitos, incluindo o casamento, para os homossexuais. Só não defendo o direito à adopção, porque aí, mais uma vez, entendo que o direito deles não se pode impor ao direito das crianças adoptadas, cuja vontade não é lícito presumir. E eu não posso presumir que uma criança não se importe nem venha a sofrer pelo facto de ser criada por duas mães ou dois pais.
Voltando à escola das miúdas "reprimidas", o que eu penso é que os restantes alunos têm a liberdade correspondente à delas, que é a de não quererem saber nem terem de assistir às demonstrações da sua inclinação sexual. E os pais das crianças que frequentam a escola, algumas apenas com seis ou sete anos de idade, têm o direito de educarem sexualmente os seus filhos conforme entendem e no momento que entendem, sem que esse processo, que é complicado e sensível, possa ser afectado pela atitude voluntariamente desafiadora de exibicionistas sexuais, que sempre existiram e existirão em qualquer escola. Além do mais, repito, trata-se de uma questão de boas maneiras e bom gosto - que são coisas que se devem ensinar e se devem aprender.
[... o artigo continua com a análise de outro tema]
| ... cuidado: Jesus adverte! ao se aproximar a sua volta á terra, o contexto
global seria semelhante ao contexto das cidades de sodoma e gomorra... mas o
amor de Deus ainda está ao alcance de todo pecador, pois Jesus veio ao mundo foi
para apagar os pecados de todos os seres humanos que crerem nele e o receberem
como salvador e senhor, mas quando voltar será para emitir juizo. e lá na carta
que S. Paulo envia a corrompida cidade de Corinto ele movido pelo Espírito Santo
diz que nenhum gay ou crença semelhante serão salvos mas irão para o inferno, e
Jesus nunca poderia mentir porque Ele é Deus. arrempenda-se e se converta a
Cristo e tudo o que você fez será perdoado e terá assim a sua entrada na
etrnidade feliz, creia.
Confesso que o fundamentalismo religioso (seja ele de que religião for) é algo que me ultrapassa e vejo como uma contradição dos próprios princípios da maioria das religiões.
Todo o discurso base de Jesus Cristo de "amai-vos uns aos outros" é pulverizado com textos como o acima transcrito.
Mas vamos ao texto...
Em primeiro lugar o visitante fala da volta de Jesus à terra, uma das passagens mais tenebrosas da Bíblia (ainda pior que as múltiplas cabeças cortadas). De todo o texto do Apocalipse o nosso visitante escolheu a comparação com Sodoma e Gomorra, que nem sequer são referidas nesse livro.
Depois fala de S. Paulo em Corínto... essa carta refere-se realmente à homossexualidade mas o senhor onde escreve "ou crença semelhante" deveria escrever "qualquer que não creia em Jesus"... ou seja: Judeus, Budistas, Muçulmanos, Ateus....
Para terminar "Jesus nunca poderia mentir porque Ele é Deus"... talvez... mas pelos vistos não foi Jesus que escreveu o Novo Testamento e desde lá até hoje muitas outras pessoas preferiram deitar a sua colherzinha no texto.
Etiquetas: Activismo
# publicado por portugalgay |
| Como saber se tenho o vírus ou não, ainda que não se manifestem os codilomas visivelmente?
A melhor forma de saber o que se passa é falar com o seu medico assitente que lhe poderá indicar quais as formas de resolver a sua questão.
Etiquetas: Saúde
# publicado por portugalgay |
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