

Já que estamos num site gay, gostaria de falar (e finalmente que o faço) sobre uma certa pessoa de nome Castelo Branco. Tenho visto os programas em que essa "coisa" entre e sinceramente, por muito bonzinho que eu queira ser, fico com os cabelos em pé. è que ele é completamente ridículo e acho até, que seria necessário e urgente que ele procurasse um psiquiatra para tentar ver se o ajudava. è que aquela criatura não tem identidade sequer. Olho pra ele e o que vejo?
Um homem? - Nada que se pareça;
Uma mulher? Coitadas das mulheres não deviam sequer gostar dele;
Um gay? Santo Deus, como é que um comum espectador fica ao pensar que se calhar todos os gays são assim;
Um travesti? Não. Um travesti é uma pessoa normal que apenas gosta de se vestir de mulher.
Afinal o que é que esse "menino" é para além de uma cobra venenosa?
Se alguém me puder ajudar, agradecia.
Sérgio
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Difícil ajudá-lo pois não poderia ter definido melhor a personagem, mas tem que ter em conta que quem lhe dá audiência são os milhares ou milhões de pessoas que o vêem, e o aparelho de Marketing da TVI, logo o melhor é ignorar, porque falar dele dá-lhe mais razão de existir.
Obrigado pelo seu comentário.
João Paulo
Editor
| tenho sim uma sugestão. Normalmente tudo o que é gay em Portugal, deixa um espeço muito pequeno para as mulheres como se os homens fossem o centro da homossexualidade. Nos outros paises, gays são ambos os sexos e todos são um só tentando combater um só preconceito contra a homossexualidade. Porque é que em portugal não é assim. Porquê tanta hipocrisia. Juntos somos mais e mais, mais fortes. Que estupidez este... modo de pensar!
Não poderia concordar mais!
Contudo para que haja movimentação Lésbica é preciso haver lésbicas que queiram fazê-lo... até podem ser homens a fazerem este trabalho mas tem que haver retorno (isto é: tem de ser as mulheres a dizer o que está a correr bem ou mal). Mas a bem da verdade convém relembar que os protestos (como, por exemplo, o site www.casamentocivil.org) e documentos emitidos vão sempre requisitando direitos e deveres para todos os GLBT.
Cá em Portugal temos como associação Lésbica o “Clube Safo”, que trabalha em conjunto com outras associações sempre que tal se justifique. Mas outras associações como, para dar apenas um exemplo, a “Não te Prives” de Coimbra têm nas suas fileiras mulheres, hetero e lésbicas.
O que é preciso que exista em Portugal, e que existe em maior escala nos outros países, é que os interessados se movimentem e estejam mais atentos à iniciativas e façam parte delas. A visibilidade pública não é um requisito para este trabalho (muitas e muitos podem trabalhar na preparação das coisas, e esta ajuda é preciosa).
Obrigado pelo seu comentário.
João Paulo
Editor
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Eu quero saber como é a distribuição de remedios aos portadores de HIV , porque sou soropositivo e desejo ir para Portugal sou do Brasil só que a grande barreira é saber se há distribuição gratuita dos remedios aos portadores de hiv . Aqui no Brasil a distribuição é gratuita o custo dos remédios é autíssimo. Quero saber como é aí em Portugal
Em Portugal os medicamentos necessários ao tratamento do VIH/SIDA são 100% gratuitos e entregues apenas nos hospitais (o custo é altíssimo, mas é impossível comprá-los legamente onde quer que seja), sendo que os seropositivos devem comparecer nas consultas no Hospital de forma a serem monitorizados e receberem a medicação respectiva.
Não sei é como será o facto de você vir para Portugal, mas sei se terá de trazer alguma carta de um médico seu de forma a transferir a sua ficha para o hospital da área onde vai viver em Portugal.
Em primeiro lugar deve se informar junto da embaixada de Portugal principalmente no que toca ao acesso ao sistema de saúde (não é preciso especificar a situação de ser seropositivo) por estrangeiros em Portugal.
Depois deve contactar o Hospital da área onde vai viver para saber qual a forma de garantir a continuidade da sua medicação (se for o caso).
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piquei-me numa agulha que estáva na areia da praia.disseram-me que o vírus morre passados alguns minutos.queria saber se esta afirmação é verdadeira.obrigado
É verdade que vírus em contacto com o ar morre após muito pouco tempo, no entanto o vírus que está no sangue dentro da agulha pode ficar activo durante muito mais tempo (pois não está em contacto directo com o ar).
Contudo esta não deveria ser a sua preocupação principal. Deve procurar um médico uma vez que se a agulha estava perdida na praia, poderá ter muitos outros tipos de vírus e/ou infecções que podem ter consequências graves e que devem sempre ser tratadas atempadamente.
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Liberdade poluída
Nuno Pacheco
Se os automóveis poluem a Liberdade na avenida, os auto-intitulados nacionalistas vão poluí-la um pouco mais acima, no Parque Eduardo VII
A notícia não é nova, mas ressurgiu ontem: a lisboeta Avenida da Liberdade é a zona mais poluída da Europa. Automóveis em excesso e um trânsito infernal contribuíram para tal "triunfo", que agora lhe valerá umas lavagens diárias e mais uns estudos técnicos, a ver se acertamos com as normas comunitárias relativas à emissão de partículas poluentes. Mas a poluição desta Liberdade viária tem, amanhã, um forte concorrente uns largos metros acima. Trata-se da manifestação "Defendamos as nossas crianças contra o lobby gay e a pedofilia", convocada pelo Partido Nacional Renovador (PNR), com todos os seus fiéis atrelados, onde se inclui a Frente Nacional (FN). Só que, aqui, a Liberdade a poluir é outra: é a de todos os portugueses que, mesmo nos piores momentos, ainda se orgulham de o ser, sem precisarem de "mestres" iluminados ou ditadores de pacotilha.
A conversa é antiga, germina na lama, e começa sempre do mesmo modo. Primeiro, os alvos são escolhidos entre os que eles consideram "anormais", "imorais" ou ameaças à pátria: homossexuais, imigrantes, minorias étnicas, artistas "decadentes" e outros chavões do género. Depois, quando lhes crescer a força, virão todos os que, por defenderem a democracia e o livre-pensamento, são considerados anarquistas e defensores do "caos social". Por fim, serão todos os cidadãos cuja alma não caiba no cangaço dos ditadores. Eles negam, é claro. Mas nas entrelinhas das suas mensagens públicas, e mesmo até nas linhas mais explícitas, lá estão os pequenos ovos da mesma velha serpente: o facho azul e vermelho sobre umas quinas de estética fascista no cartaz-símbolo do PNR; o desejo de um "governo verdadeiramente patriótico que promova valores em vez de proveitos, trabalho em vez de passeatas" (discurso populista de efeito fácil, já usado com êxito por vários candidatos a ditadores); a "unidade da pátria e das suas gentes", bandeira falaciosa para encobrir o desejo de um Portugal soturno e de novo fechado ao mundo.
No site da Frente Nacional, que se apresenta a si própria como uma legião de activistas de cérebro voluntariamente desligado (a FN, escrevem, "não faz doutrina política, apenas promove o activismo nacionalista. Deixamos a política para quem de direito"), diz-se a dado passo o seguinte: "Desde o final da Segunda Guerra Mundial que o nacionalismo é extremamente perseguido e marginalizado na nossa sociedade, devido à campanha permanente de propaganda. Os nossos inimigos têm conseguido separar-nos do nosso povo." Conseguem adivinhar porquê? Recuem 60 anos e revejam os horrores do nazismo, das perseguições e deportações em massa, do Holocausto. Demagogia, dirão os "nossos" nacionalistas. Porque, eles próprios o dizem, a ideia é pôr "os portugueses primeiro!" E, como diz o tal partido-cérebro, de onde sairia naturalmente o déspota a impor à pátria, desejam "um novo rumo para Portugal". Perfeito. A começar por esta frase, escrita pela FN no seu site: "Sem dúvida que "o trabalho liberta" e este trabalho ajuda a libertar todo um povo, o nosso povo!" Por curiosa coincidência, "O Trabalho Liberta" ("Arbeit Macht Frei") era a consigna que encimava a entrada do infame campo de Auschwitz, sinistro símbolo de um dos períodos mais terríveis e sanguinários de toda a nossa história. O discurso destes "libertadores" pode, por isso, poluir mais que o fuel que respiramos.
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# publicado por portugalgay |
| em abril de 2001 comprei a minha casa só ficou em meu nome, em dezembro do mesmo ano comecei a viver em união de facto. a minha pergunta é se me quiser separar tenho de idemenizá-lo pelas prestações da casa já pagas pelos dois? tenho de lhe dar metade do valor das prestaçoes já pagas por ele? posso vender a minha casa sem ter de pedir consentimento a ele?
Para todos os efeitos legais o seu companheiro não tem qualquer direito sobre a casa (estando você vivo) uma vez que o contrato de compra foi feito em seu nome.# publicado por portugalgay |
Os pagamentos que ele cooperou podem ser encarados como uma renda. Se ele tivesse alugado um apartamento, teria de pagar a renda. Como estava consigo estava de certa forma a pagar a renda de ocupação de usufruto parcial do imóvel.
Agora sobre o aspecto moral - um vez que você quer se separar - e tenciona manter a sua casa, apenas e só por uma questão de moralidade, poderá compensá-lo pela colaboração dele, mas apenas e só por você quer assim e não porque seja obrigado (tal como acontece quando se termina de forma unilateral um contrato de arrendamento).
Quanto a querer vender o seu imóvel, pode faze-lo sempre que queira sem ter que dar satisfações a ninguém excepto, quanto muito, ao banco que lhe fez o empréstimo.
Obrigado pela sua questão!
| Caros amigos,
Gostaria de vos pedir uma informação.
Seria por favor possível informarem-me quais os países em todo o mundo onde são permitidos os casamentos entre pessoas do mesmo sexo? Gostaria ainda de saber se dois cidadãos portugueses poderão casar nesses países e se esse casamento seria válido em Portugal em termos legais.
Fico a aguardar a vossa resposta. Desde já muito obrigado.
utilizador devidamente identificado
# publicado por portugalgay |
O Casamento Civil entre pessoas do mesmo sexo pode ser realizado em:
Holanda
Bélgica
Espanha
Canadá
Estado de Massachusetts (E.U.A.)
O casamento civil entre pessoas do mesmo sexo não é reconhecido em Portugal e não tem efeitos legais no território nacional.
Os requisitos de nacionalidade variam de país para país. De seguida apresentamos a informação que dispomos (que pode estar desactualizada ou incompleta):
Cidade de Amsterdão, Holanda
É necessário que as duas pessoas que querem casar sejam residentes na cidade durante 6 meses.
Espanha
É necessário que pelo menos uma das pessoas que se quer casar tenha nacionalidade espanhola. No caso de Portugueses a nacionalidade espanhola é concedida passado dois anos de residência no país.
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